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Letra: Prof. José Humberto de Oliveira
Música: Inácio Prata
I
Estas várzeas que o sol cearense esposaram,
E onde uma brisa festiva fala coisas de amor
Nessas plagas, outrora, revéis dominaram
Os viris Anacés, com todo o seu valor
REFRÃO
São Gonçalo, celeiro ditoso
De filhos pujantes,
Em palavras e ação
Recebe, ó minha terra,
Estes versos vibrantes
Que fluem do peito,
Com grande emoção.
II
As carnaúbas altivas em noite de lua
E que o luar eterno beija em doces madrigais
Vêm lembrar, com razão e para a vaidade tua,
Que és gentil noiva dos carnaubais.
III
Tuas dunas tão alvas e praias enfeitadas
De coqueiros augustos e verdes cajuais,
Tuas bravas jangadas que ao mar são lançadas
Refletem o arrojo dos teus ideais.
(Fonte: arquivos de Robério Soares – SGA Notícias)
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